sexta-feira, 22 de julho de 2011
mulher de frases
quarta-feira, 20 de julho de 2011
a minha vida la fora
Mas tudo está bem agora, eu digo: agora. Houve uma mudança de planos e eu me sinto incrivelmente leve e feliz. Descobri tantas coisas. Tantas, Tantas. Existe tanta coisa mais importante nessa vida que sofrer por amor. Que viver um amor. Tantos amigos. Tantos lugares. Tantas frases e livros e sentidos. Tantas pessoas novas. Indo. Vindo. Tenho só um mundo pela frente. E olhe pra ele. Olhe o mundo! É tão pequeno diante de tudo o que sinto. Sofrer dói. Dói e não é pouco. Mas faz um bem danado depois que passa. Descobri, ou melhor, aceitei: eu nunca vou esquecer o amor da minha vida. Nunca. Mas agora, com sua licença. Não dá mais para ocupar o mesmo espaço. Meu tempo não se mede em relógios. E a vida lá fora, me chama!
eu quero mais
Eu to precisando de pessoas novas na minha vida. De novos sentimentos, novas vibrações, novos planos, novas metas, novos sonhos. Eu preciso de outra rotina, outro objetivo, outro caminho. Eu quero mais loucuras, mais insanidades, mais impulsividade, eu quero correr o mundo seguindo a minha intuição. Eu quero mais história pra contar, mais coisas pra viver, mais pessoas pra dividir felicidades, mais amigos de verdade. Eu quero abrir meu coração pra vida la fora, abrir os olhos pro mundo, pra outra direção, pra um novo foco. Eu preciso de mais energias, mais pensamentos bons, mais correria no meu dia a dia. Não suporto essa monotonia, esse meio termo, essa repetição.. Sei lá, eu acho que eu quero acordar, levantar da cama, e sair por aí trilhando o meu futuro, sem me importar com mais nada, além de estar feliz.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
não era amor
Se não era amor, era da mesma família. Pois sobrou o que sobra dos corações abandonados. A carência. A saudade. A mágoa. Um quase desespero, uma espécie de avião em queda que a gente sabe que vai se estabilizar, só não se sabe se vai ser antes ou depois de se chocar contra o solo. Eu bati a 200 km por hora e estou voltando a pé pra casa, avariada. Eu sei, não precisa me dizer outra vez. Era uma diversão, uma paixonite, um jogo entre adultos. Talvez este seja o ponto. Talvez eu não seja adulta o suficiente para brincar tão longe do meu pátio, do meu quarto, das minhas bonecas. Onde é que eu estava com a cabeça, de acreditar em contos de fada, de achar que a gente muda o que sente, e que bastaria apertar um botão que as luzes apagariam e eu voltaria a minha vida satisfatória, sem seqüelas, sem registro de ocorrência? Eu não amei aquele cara. Eu tenho certeza que não. Eu amei a mim mesma naquela verdade inventada. Não era amor, era uma sorte. Não era amor, era uma travessura. Não era amor, eram dois travesseiros. Não era amor, eram dois celulares desligados. Não era amor, era de tarde. Não era amor, era inverno. Não era amor, era sem medo. Não era amor. Era melhor.
a gnt gst msm do conflito..
cadê você?
Eu vou tentar mais uma vez, eu vou atrás, não vou ter medo, eu vou bater, eu vou entrar eu vou chegar mais cedo mais uma vez. Quem é você que não me vê, cadê você que eu não vejo, cadê você pra me dizer que tudo isso vai passar? Eu vou entrar na tua casa eu vou entrar na tua vida eu vou sentar e esperar tu me mandar embora mais uma vez quem é você que me esqueceu. Cadê você que eu não esqueço? Quem é você que me prendeu e depois me deixou pra trás? Que não vai voltar? Por mais que eu cante, escreva, toque não vai dar. Você não vai mudar, sabe que sozinho eu não sei aonde ir. É claro que tu vai dizer que nunca soube o que eu queria, que fica fácil pra você se agora já não vale o que passou. Os teus amigos, meus amigos, não conseguem dizer nada. Os meus amigos, teus amigos, dizem que não sabem mais quem eu sou e eu não vou ficar te procurando aonde eu posso encontrar alguém pra me mudar.
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