
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
meu melhor amigo.

terça-feira, 26 de outubro de 2010
fikdik.

1° pedido
"Que eu não perca até a admiração que sinto por você. Porque se eu perder, não sobra mais nada."
"Que Deus te dê muita saúde e força e paz para que você siga sua vida sem mim. E que me dê coragem para seguir a minha sem você."
"Que você não seja minha quarta-feira de cinzas. Não quero ter ressaca de um carnaval que foi super divertido, mas que me deixou com uma terrível do der cabeça."
que me desculpem..
Quando a gente cresce com uma pessoa, é criada com ela, cria laços tão afetivos e sinceros com ela, a gente tem dificuldade em deixá-la partir. É difícil entender que amizades de anos atrás não são mais as mesmas, que as pessoas mudam, que os sentimentos também. É difícil não saber mais nada, não conseguir completar uma conversa, não saber exatamente a maneira certa de se aproximar. É difícil estar lado a lado e ao mesmo tempo tão distante, tão longe. Estar perto, mas não estar dentro.
Quando a gente costumava se importar muito, fica difícil deixar de se importar tanto. Deixar de ligar tanto. Deixar para lá. A vida é simples. As pessoas vêm, aparecem, ficam, vão, e poucas permanecem. A gente sabe disso o tempo todo. Vem convivendo com isso o tempo todo. Mas é complicado. A gente é bem complicado. Por que caralho a gente não consegue entender que as coisas são finitas? Até amor é. Não vem com essa de que amor é eterno. Que dura a vida inteira. Alguns até duram. Amor de pai, de irmão, grandes amores que fazem 50 anos de casados. Mas alguns acabam. A gente não ama hoje todas as pessoas que amou há três anos atrás. O que não quer dizer que a gente não amou. A vida seria tão mais fácil se a gente aceitasse que nem todas as amizades são para sempre, nem todos os namoros de colegial viram casamento, nem todas as pessoas permanecem. Se chuva não alagasse, sol não desse insolação, neve não estragasse o dia. Se Mc Donalds não engordasse, todo dia fosse feriado, se toda semana se comparasse aquela que a gente queria de volta, os amigos do Orkut fossem amigos de verdade (...) Seria tão mais fácil se a gente pudesse não quebrar o coração. Os outros que me desculpem, mas não estou aqui vivendo uma vida só. Tenho 7 vidas. Algumas já passaram, outras ainda virão. Nas que passaram, amei algumas pessoas, outras não.
sábado, 23 de outubro de 2010
querido amor,
há um tempo venho tentando preencher os vazios que você deixou. Venho tentando curar as feridas que você abriu. Superar os traumas que você criou. Há tempos, eu acreditava que você era a melhor coisa desse mundo. E que se eu te tivesse, e sentisse tudo seria bom e belo e feliz. Nunca imaginei que você pudesse machucar tanto. Meus momentos de felicidades com você foram curtos e escassos, enquanto deixou todos aqueles nossos momentos tristes e decepcionantes. E haja decepção. Você, com certeza, foi a maior delas. Agora eu tô aqui, te escrevendo uma carta de um lugar distante. Porque há tempos que não te vejo, nem quero te ver. É triste isso. Um casal que tinha tudo para dar certo acabando assim, com uma carta vez ou outra de algum lugar do mundo, deixando uma saudade bem de leve. Eu podia ter sido muito feliz com você. Mas você me ensionou antes como era ser triste com você. E depois a gente desistiu da gente.
Com carinho, aquela que não quer te ver tão cedo. E que hoje é feliz. Sem você.
"Não adianta esperar atitude de quem não tem."
agradeço!

Agradeço a preocupação, o medo de que eu quebre a cara, o pé atrás. Agradeço essa falta do que fazer e essa necessidade imensa que tem de cuidar da minha vida. Agradeço porque não atendeu o telefone na última semana quando minha crise existencial chegou ao ápice. Agradeço que você não soube e não sabe nada do que se passou em minha cabeça e vá lá o coração. Agradeço que tudo o que senti, senti sozinha. E para não ser injusta, com meia dúzia de amigos de verdade que nunca me fizeram promessa alguma, mas que sempre estão aqui mesmo sem prometer. Agradeço que você não tentou me animar, mas ao invés disso, tive essa dúzia de pessoas que ganharam espaço na minha vida que me fizeram dar altas gargalhadas. Agradeço principalmente o seu não-esforço, pois foi ele exatamente que me fez perceber que certas pessoas não valhem tão a pena. E que outras que eu achei que não valhiam, talvez o façam um pouquinho. Agradeço bastante porque você me fez abrir os olhos não só para você, a outra lá e essa nossa situação ridícula; mas principalmente porque me fez abrir os olhos para um modo de ser meu que já estava irritando. Além disso, me fez perceber que era hora de parar de reclamar de você, do resto do mundo e ir viver. Agradeço que agora todos os meus planos serão realizados e você não vai estar aqui para ver. Agradeço, principalmente, os segundos que você vai me dar para ouvir meu nome qualquer dia desses, quando tudo der certo. Mas antes de mais nada, meu bem, eu agradeço pelo seu esquecimento. Pelas promessas não cumpridas. Pelo 'pra sempre' acabado. Eu agradeço por acabar com essa minha idéia ingênua de acreditar piamente nas pessoas. Porque foi assim que eu aprendi a acreditar mais em mim. Agradeço o "eu te amo", por mais que eu não acredite mais nele. Ou melhor, por mais que eu não acredite mais em você.
"Obrigada pelo seu tempo e já me vou antes que eu perca mais um segundo do meu".
terça-feira, 19 de outubro de 2010
faz parte de todo um ciclo.
sábado, 16 de outubro de 2010
eles devem de estar em casa. so pode@
Orkut, MSN, chats… me pergunto onde foi parar a única coisa que realmente importa e é de verdade nessa vida: a tal da química. Mas então onde Meu Deus? Onde vou encontrar gente interessante? O tempo está passando, meus ex já estão quase todos casados, minhas amigas já estão quase todas pensando no nome do bebê,… e eu? Até quando vou continuar achando todo mundo idiota demais pra mim e me sentindo a mais idiota de todos?Foi então que eu descobri. Ele está exatamente no mesmo lugar que eu agora, pensando as mesmas coisas, com preguiça de ir nos mesmos lugares furados e ver gente boba, com a mesma dúvida entre arriscar mais uma vez e voltar pra casa vazio ou continuar embaixo do edredon lendo mais algumas páginas do seu mundo perfeito. A verdade é que as pessoas de verdade estão em casa. Não é triste pensar que quanto mais interessante uma pessoa é, menor a chance de você vê-la andando por aí?
terça-feira, 12 de outubro de 2010
cadê você?
Quando alguém não entende o meu amor, eu lembro daquele dia que você não queria tocar violão pra mim. Até que dedilhou reclamando que não era o seu violão. Daí tentou uma música conhecida. Tentou uma menos conhecida. Daí tocou uma sua, com a voz baixinha e olhando pro nada. E então me encarou e cantou com a voz alta. E então largou o violão, me encarou e cantou bem alto a sua dor, de pé, na minha frente, e eu achei que meu peito ia explodir. E ri achando que você ia sair correndo e dar um show na padoca da frente. E naquele momento eu pensei que poderíamos ser infinitos se fossemos música. E isso explica tudo, mas ninguém entende. Você entende. Mas cadê você? segunda-feira, 11 de outubro de 2010
tiraram a plaquinha de aluga-se.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
ah, a chuva e o frio..
se você tivesse telefonado hoje eu ia dizer tanta, mas tanta coisa. Talvez mesmo conseguisse dizer tudo aquilo que escondo desde o começo, um pouco por timidez, por vergonha, por falta de oportunidade, mas principalmente porque todos me dizem que sou demais precipitado, que coloco em palavras todo o meu processo mental (processo mental: é exatamente assim que eles dizem, e eu acho engraçado) e que isso assusta as pessoas, e que é preciso disfarçar, jogar, esconder, mentir. Eu não achei que ia conseguir dizer, quero dizer, dizer tudo aquilo que escondo desde a primeira vez que vi você, não me lembro quando, não me lembro onde. Hoje havia calma, entende? Eu acho que as coisas que ficam fora da gente, essas coisas como o tempo e o lugar, essas coisas influem muito no que a gente vai dizer, entende? Pois por fora, hoje, havia chuva e um pouco de frio: essa chuva e esse frio parecem que empurram a gente mais pra dentro da gente mesmo, então as pessoas ficam mais lentas, mais verdadeiras, mais bonitas. Hoje eu estava assim: mais lento, mais verdadeiro, mais bonito até. Hoje eu diria qualquer coisa se você telefonasse. Por dentro também eu estava preparado para dizer, um pouco porque eu não agüento mais ficar esperando toda hora você telefonar ou aparecer, e quando você telefona ou aparece com aquele sorriso só seu eu preciso me cuidar para não assustar você e quando você me pergunta como estou, olho sem que você perceba pra felicidade que você me traz e cuido meus olhos para não me traírem e não te assustarem e não ficarem querendo entrar demais dentro dos teus olhos, então eu cuido devagar tudo o que digo e todo movimento, porque eu quero que você venha outras vezes.
sábado, 2 de outubro de 2010
fui eu, a culpa está cmg.
Ele era feliz, cabelos pretos, olhos coloridos e um sorriso cativante. desde os 5 anos tinha o sonho pequeno de ser trabalhador publico pra ajudar as pessoas que ele via passar, tristes, sem nada. ela era linda, encantadora. a amei à primeira vista, como cena de cinema. cabelos negros, olhos escuros, reluzentes, covinhas, a simpatia em pessoa. mais eu acabei com tudo. era tarde da noite, estrada pouco movimentada, chuva grossa caindo e uma discussão em vista. discutíamos sobre não sei oqe, coisas que prefiro nao lembrar, e eu perdi o meu controle, e o controle do carro. capotamos várias vezes até parar no fim do barranco. eu nada sofrí, ou melhor, alguns arranhões no braço e no rosto, cicatrizes qe tenho ahr. mais isso não me fere tanto quanto às outras cicatrizes que ficaram. olhei para o lado e a vi desmaiada, eu nao sentia nada, nem mesmo a respiração dela ofegante. desvia meu olhar pra trás e ali vi, meu filho, estirado, sem ar, sem batimentos, sem vida. porque não eu? logo apareceu duas viaturas, eu implorava pela vida dela, pela dele eu não podia fazer mais nada, a não ser sentir culpa pelo resto da vida. enquanto ela era encaminhada para um pronto-socorro, tive a notícia, ela não tinha aguentado. naquele instante as quatro paredes do meu quarto e mais o teto tinha desmoronado em cima de mim. o peso era enorme, as feridas foram bruscas, a vontade maior era de voltar atrás, me dóia mt ver que em frações de segundos eu pus tudo a perder, perdí o brilho do olhar dela, não realizei os sonhos do meu filho, não vou poder ver mais as duas coisas mais lindas da minha vida. o meu carro hoje está dentro da minha sala. não tenho onde colocar a não ser ali. o reformo todo ano. e hoje com umas a mais na cabeça o qebrei por inteiro, olhando pro noticiário do jornal de alguns anos atras. eu o reformo todo o ano, mas mesmo assim não passa! :'( [texto 'inspirado' na fala de jackie chan em karate kid]